Functional Responsibilities
O Especialista Superior de Apoio à Implementação Nacional, a trabalhar na dependência do CRSPC da RBM, apoiará os países no reforço da qualidade e da eficácia do planeamento de intervenções contra a malária, especialmente em contextos com limitações de recursos. O consultor auxiliará os ministérios da saúde e os PNCM na revisão e no desenvolvimento de PEN valorizados e baseados em dados concretos e de planos operacionais otimizados valorizados, dando resposta a estrangulamentos na implementação e alinhando estratégias com as prioridades sanitárias mais gerais, a fim de assegurar efeitos eficientes, integrados e salvadores de vidas. O consultor também facilitará a conversão pelos PNCM de tais planos em casos de investimento e pedidos de financiamento para mobilização de recursos. O trabalho requer competências de negociação altamente desenvolvidas e um historial comprovado de obtenção de consenso entre diversas partes interessadas. Espera-se do consultor que visite o país conforme necessário durante o período de apoio.
As atribuições podem incluir, entre outras, a facilitação do seguinte:
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Análise exaustiva da documentação programática dos países (análise dos programas da malária e outros relatórios de avaliação, planos estratégicos, planos operacionais, planos de trabalho, análises de lacunas, dados epidemiológicos, etc.) para identificar estrangulamentos, ineficiências, duplicações e oportunidades perdidas, bem como avaliar o alinhamento com a estratégia técnica global da OMS para a malária e as prioridades sanitárias nacionais;
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Elaboração de planos operacionais otimizados nacionais (POON) que reflitam uma priorização clara de como os PEN serão operacionalizados, financiados e associados ao quadro de monitorização e avaliação e aos envelopes de financiamento disponíveis;
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Identificação de lacunas programáticas e financeiras e recomendação de estratégias de otimização (por exemplo: integração, ganhos de eficiência ou priorização);
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Prestação de orientação e transferência de conhecimento para as equipas nacionais a fim de instituir o processo de elaboração dos POON;
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Facilitação de workshops e consultas com diretores superiores, partes interessadas nacionais e parceiros financeiros e técnicos a fim de assegurar o alinhamento, a consistência e o consenso sobre áreas de intervenção prioritária, orientação estratégica e formas de implementação;
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Levantamento de oportunidades de integração potenciais com outros programas de saúde (por exemplo: SRMNIA, vacinação, saúde comunitária) e proposta de mecanismos práticos para integração à escala da prestação de serviços e dos sistemas;
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Análise dos custos e eficiências dos programas e identificação de áreas para reafetação potencial de recursos e rendimento melhorado do investimento;
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Fornecimento de contributos técnicos para a criação de aplicações de financiamento de alta qualidade (por exemplo: pedidos de financiamento do Fundo Global), incluindo a integração de componentes transversais;
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Fornecimento de contributos técnicos para os processos de diálogo nacional e coordenação de parceiros relacionados com o desenvolvimento do oitavo ciclo de subvenções (GC8).
Monitorização e controlos do progresso
Produtos finais principais:
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A determinar com base na atribuição específica; exemplos possíveis:
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Plano operacional otimizado valorizado (POOV) e cenários, relatório de análises de custo, proposta de subvenção, plano estratégico, incluindo análise de dados do programa expandido de vacinação (PEV);
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Relatório final enviado ao gestor/diretor do PNCM, com uma descrição do apoio facultado, análise dos resultados, principais ensinamentos obtidos e recomendações exequíveis para fundamentar e robustecer a implementação dos programas e a coordenação do apoio externo no futuro;
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Relatório final destinado ao gestor e aos copresidentes do CRSPC com a análise do apoio prestado, incluindo recomendações para melhorias futuras no apoio aos países.
Education/Experience/Language requirements
Habilitações académicas
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Diploma universitário avançado (mestrado) desejável, de preferência nas áreas da saúde pública, da epidemiologia, das ciências sociais ou de áreas conexas. Poderá ser considerado um diploma de bacharel com 2 anos adicionais de experiência relevante em vez da exigência de um mestrado.
Experiência profissional
Essencial:
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É exigido um mínimo de 7 anos de experiência em pelo menos uma das áreas seguintes:
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Implementação de programas contra a malária;
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Coordenação técnica;
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Parcerias globais na área da saúde;
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Experiência de planeamento/implementação/avaliação de estratégias técnicas de controlo da malária;
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Experiência demonstrada no desenvolvimento de planos estratégicos e operacionais nacionais ou no apoio aos mesmos;
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Conhecimento das orientações normativas internacionais (OMS, etc.);
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Conhecimento das novas ferramentas e tecnologias de combate à malária (por exemplo: vacinas, diagnósticos, produtos de controlo de vetores) e experiência na orientação de processos de tomada de decisões baseados em dados concretos para suas adoção, expansão e integração, assegurando a priorização nacional e a adesão das partes interessadas;
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Experiência de trabalho com ministérios da saúde e partes interessadas multilaterais à escala nacional;
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Competências sólidas de facilitação, coordenação, análise e redação de relatórios.
Desejável:
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Entendimento do Programa da Parceria RBM;
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Conhecimento de elaboração de propostas, mecanismos de financiamento para a malária e ferramentas de programação para a malária (por exemplo: estratificação, direcionamento geoespacial, custo);
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Experiência documentada de trabalho em situações complexas e desafiantes dos pontos de vista político e técnico, para alcançar consensos e gerir a mudança com eficácia;
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Experiência às escalas nacional e internacional e trabalho com várias partes interessadas;
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Capacidade de trabalhar em diferentes programas e com diferentes partes interessadas para promover a integração, a eficiência e o alinhamento estratégico nos esforços de controlo e eliminação da malária.
Idioma
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É necessária fluência oral e escrita em português
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O conhecimento de outros idiomas da ONU é uma vantagem.