A Agência Brasileira de Cooperação (ABC) é responsável pela coordenação, negociação, aprovação, monitoramento e avaliação de iniciativas de cooperação técnica empreendidas pelo Governo brasileiro do exterior para o Brasil e do Brasil ao exterior. De modo a cumprir com suas atribuições, a ABC conta com o apoio técnico de profissionais habilitados em todo o ciclo de gestão de projetos em diversas áreasdo conhecimento, assim como de profissionais com perfil administrativo, financeiro e gerencial.
O Governo brasileiro, por meio da cooperação técnica, busca contribuir para a melhoria dos indicadores de desenvolvimento sustentável de países dos continentes americano, africano e asiático. Para tanto, ao amparo dos acordos de cooperação técnica vigentes, tem implementado programas para a transferência de tecnologia e de conhecimentos, e o compartilhamento de experiências exitosas e de boas práticas em políticas públicas, com vistas a desenvolver capacidades individuais e institucionais em países daqueles continentes.
As iniciativas de cooperação técnica implementadas com os países parceiros em desenvolvimento da América Latina e Caribe possuem caráter estruturante e visam a contribuir para o desenvolvimento socioeconômico sustentável dos países da região. O fortalecimento de capacidades é o objetivo primordial das ações que se traduzem em (i) fortalecimento de instituições e de quadros técnicos; (ii) estruturação de infraestruturas físicas voltadas à capacitação de funcionários dessas instituições; (iii) formação de mão- de-obra; (iv) internalização de políticas públicas nas áreas da cooperação, a partir de experiências brasileiras bem-sucedidas; e (v) melhoria direta na qualidade de vida das populações beneficiadas.
Cabe destacar que as ações de cooperação Sul-Sul (CSS) brasileiras são orientadas pelas demandas prioritárias dos países parceiros e se alinham com suas políticas nacionais de desenvolvimento, tendo como parâmetro os objetivos de desenvolvimento sustentáveis (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas. A CSS brasileira com países latino-americanos e caribenhos tem como principais campos de atuação as áreas de saúde, agricultura e meio ambiente (recursos hídricos), além do desenvolvimento de capacidades nos mais diversos setores, como segurança pública, ensino profissionalizante, direitos humanos, metrologia, defesa civil, entre outros. Busca-se a multidimensionalidade e a sustentabilidade das propostas de cooperação, assim como a sua complementaridade com outras ações e a integração regional.
O(a) analista de projetos atuará de forma a subsidiar a Direção da ABC no processo decisório da implementação da pauta de cooperação técnica com os países da África, Ásia, Oceania e Oriente Médio, conforme as orientações da agenda da política externa brasileira, desempenhando as seguintes atividades:
a) atividades técnicas de complexidade gerencial, compreendendo definição de diretrizes estratégicas em consonância às características da Cooperação Sul-Sul, incluindo:
- Colaborar para a orientação de instituições nacionais cooperantes sobre procedimentos relacionados à elaboração, à aprovação, à tramitação e à execução de projetos de cooperação técnica desenvolvidos em países parceiros;
- Elaborar e propor planos de trabalho anuais de cooperação bilateral com os países parceiros;
- Identificar e propor atividades de aprimoramento, elaboração e atualização de manuais de trabalho e de sistemas de informação relacionados à melhor implementação dos projetos que compõem a pauta de cooperação com os países mencionados.
b) orientar a equipe técnica na elaboração de iniciativas de cooperação técnica Sul-Sul ( programas, projetos e atividades simplificadas e demais atividades de coordenação, supervisão, monitoramento e avaliação);
c) elaborar e negociar atos internacionais, no âmbito da cooperação técnica entre o Governo brasileiro e o Governo de países em desenvolvimento;
d) participar de missões internacionais de prospecção e elaboração de projetos de cooperação técnica Sul-Sul, comitês gestores dos projetos e, eventualmente, de missões de monitoramento e avalições; coordenar delegações brasileiras em missões de cooperação técnica em países em desenvolvimento; coordenar reuniões preparatórias de missões com as instituições parceiras;
e) participar de reuniões bilaterais de cooperação técnica no Brasil e no exterior;
Arranjo Institucional
O profissional selecionado exercerá suas funções sob a orientação do PNUD, em coordenação com a ABC, atuando de forma coordenada e articulada com as instituições brasileiras cooperantes (ou com os países envolvidos) para o alcance dos resultados esperados e sob a supervisão direta do Oficial da Unidade de Cooperação Sul Sul do PNUD.
Achieve Results:
LEVEL 2: Scale up solutions and simplifies processes, balances speed and accuracy in doing work
Think Innovatively:
LEVEL 2: Offer new ideas/open to new approaches, demonstrate systemic/integrated thinking
Learn Continuously:
LEVEL 2: Go outside comfort zone, learn from others and support their learning
Adapt with Agility:
LEVEL 2: Adapt processes/approaches to new situations, involve others in change process
Act with Determination:
LEVEL 2: Able to persevere and deal with multiple sources of pressure simultaneously
Engage and Partner:
LEVEL 2: Is facilitator/integrator, bring people together, build/maintain coalitions/partnerships
Enable Diversity and Inclusion:
LEVEL 2: Facilitate conversations to bridge differences, considers in decision making
Cross-Functional & Technical competencies
Ethics UN policy knowledge - ethics:
Knowledge and understanding of the UN Staff Regulations and Rules and otherpolicies relating to ethics and integrity
Partnership management - Strategic engagement:
Ability to capture and sustain attention, interest and agreement of high-level, influential policy and decision makers and secure their buy-in of high-level vision and objectives
Business Direction &Strategy - System Thinking:
Ability to use objective problem analysis and judgement to understand how interrelated elements coexist within an overall process or system, and to consider how altering one element can impact on other parts of the system.
Business Development - Knowledge Generation:
Ability to research and turn information into useful knowledge, relevant for context, or responsive to a stated need
Business Management - Results-based Management:
Ability to manage programmes and projects with a focus at improved performanceand demonstrable results
Agenda 2030: Engagement & Effectiveness - SDG Integration:
South-South and Triangular Cooperation knowledge sharing
Agenda 2030: Prosperity - Inclusive Growth:
Addressing developmental impacts of COVID 19 and safeguarding progress towards the SDGs
Mín. requisitos de educação:
•Pós-graduação stricto sensu (Mestrado) em administração de empresas, economia, relações internacionais, cooperação internacional, ciências sociais, ciências biológicas, ciências agrárias, engenharia ou áreas correlatas.
•Graduação universitária em administração de empresas, economia, relações internacionais, cooperação internacional, ciências sociais, ciências biológicas, ciências agrárias, engenharia ou áreas correlatas com 2 anos adicionais de experiência, será dada a devida consideração em vez de mestrado.
Mín. anos de experiência profissional relevante:
•Em caso de pós-graduação stricto sensu ou Mestrado completo é requerido o mínimo de 2 anos de experiência com atividades de cooperação técnica internacional para o desenvolvimento
•Para graduação universitária é requerido o mínimo de 4 anos de experiência com atividades de cooperação técnica internacional para o desenvolvimento.
Habilidades necessárias:
•Excelentes habilidades de comunicação oral e escrita.
•Habilidade no uso de tecnologia da informação.
Habilidades desejadas:
•Coordenação, comprovada em currículo, de missões ao exterior no âmbito da cooperação técnica com países da América Latina e Caribe.
•Experiência comprovada em currículo, em gestão de projetos de cooperação técnica com países da América Latina e Caribe.
•Pós-Graduação Stricto Sensu em cooperação técnica ou gestão de projetos.
•Experiência em coordenação de projetos de cooperação técnica Sul-Sul com países da América Latina e Caribe.
•Experiência em negociação de projetos de cooperação técnica com as instituições brasileiras cooperantes e com países da América Latina e Caribe.
Idiomas necessários:
•Fluência em português e espanhol.
Isenção de Responsabilidade
Informações importantes do candidato
Todos os cargos nas categorias GS estão sujeitos a recrutamento local.
Informações do candidato sobre as listas do PNUD
Nota: O PNUD reserva-se o direito de selecionar um ou mais candidatos a partir deste anúncio de vaga. Também podemos reter as inscrições e considerar os candidatos que se candidatam a este cargo para outros cargos semelhantes no PNUD no mesmo nível de ensino e com descrição de trabalho, experiência e requisitos educacionais semelhantes.
Diversidade da força de trabalho
O PNUD está empenhado em alcançar a diversidade em sua força de trabalho e incentiva todos os candidatos qualificados, independentemente de sexo, nacionalidade, deficiência, orientação sexual, cultura, religião e origens étnicas a se inscreverem. Todas as candidaturas serão tratadas com a maior confidencialidade.
Aviso de fraude
As Nações Unidas não cobram nenhuma inscrição, processamento, treinamento, entrevista, teste ou outra taxa relacionada ao processo de inscrição ou recrutamento. Se você receber uma solicitação para o pagamento de uma taxa, desconsidere-a. Além disso, observe que emblemas, logotipos, nomes e endereços são facilmente copiados e reproduzidos. Portanto, você é aconselhado a ter cuidado especial ao enviar informações pessoais na web.